mal-escritos de um pseudo-intelectual semi-analfabeto

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segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Sobre a insignificância

Parado em pé em cima da árvore eu pendia nas folhas_ balançava conforme o vento_ as cerdas nas pontas de minhas patas se agarravam firmemente aos poros das folhas sobre a quais eu me apoiava. Minhas asas em ressonância ao vento, em repouso, vibravam sutilmente em um tempo oposto ao chacoalhar da folhagem ao vento de forma a estabilizar todo o meu corpo nessa dança fluida entre a árvore e o vento onde sou apenas um adereço_ penso_ Como é bom ser um inseto...

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